terça-feira, 16 de julho de 2013

CORAGEM NÃO É NAO TER MEDO! É SEGUIR EM FRENTE APESAR DO MEDO!!!

A palavra coragem é muito interessante. Ela vem da raiz latina cor, que significa "coração". Portanto, ser corajoso significa viver com o coração. E os fracos, somente os fracos, vivem com a cabeça; receosos, eles criam em torno deles uma segurança baseada na lógica. Com medo, fecham todas as janelas e portas – com teologia, conceitos, palavras, teorias – e do lado de dentro dessas portas e janelas, eles se escondem.

O caminho do coração é o caminho da coragem. É viver na insegurança, é viver no amor e confiar, é enfrentar o desconhecido. É deixar o passado para trás e deixar o futuro ser. Coragem é seguir trilhas perigosas. A vida é perigosa. E só os covardes podem evitar o perigo – mas aí já estão mortos. A pessoa que está viva, realmente viva, sempre enfrentará o desconhecido. O perigo está presente, mas ela assumirá o risco. O coração está sempre pronto para enfrentar riscos; o coração é um jogador. A cabeça é um homem de negócios. Ela sempre calcula – ela é astuta. O coração nunca calcula nada.



O amor não é um relacionamento.


"O relacionamento existe porque o amor não está presente. O amor não é um relacionamento.
O amor se relaciona, mas não é um relacionamento. Relacionamento é algo acabado. Relacionamento é um substantivo; o ponto final chegou, a lua de mel acabou.
Agora não há alegria, não há entusiasmo, agora tudo está acabado.

Você pode continuar o relacionamento apenas para manter suas promessas.
Pode levá-lo avante porque é confortável, conveniente, cômodo. Pode levá-lo avante porque não há nada mais a fazer. Pode levá-lo avante porque se o romper, isso vai lhe trazer muitos problemas.

Relacionamento significa algo completo, acabado, fechado. O amor nunca é um relacionamento: amor é relacionar-se - é sempre um rio fluindo, interminável."


OSHO

quinta-feira, 11 de julho de 2013

A ESCOLHA DAS PROFISSÕES...

Buscamos entender sobretudo o porque de nos dirigirmos muitas vezes a determinada PROFISSÃO, e como nosso livre arbitrio acaba condicionado pela parte sistêmica.
Segue abaixo uma pequena passagem acerca do livre arbitrio, escrita por Hellinger:

 
" (...) tudo que existe não se movimenta por si mesmo, mas é movimentado por algo externo. Tudo que vive, mesmo quando se movimenta como se estivesse se movimentando por conta própria, tem um movimento que não pode partir dele mesmo. Portanto, todo movimento, incluindo o movimento de tudo que vive resulta de um movimento que vem de fora. E isto não se aplica apenas ao início do movimento, mas, continuamente, por todo o tempo que esta vida dura.

Algo mais deve ser considerado aqui. Todo movimento, principalmente todo movimento de algo vivo, é um movimento consciente, com propósito. Este conceito pressupõe uma consciência naquela força que tudo movimenta. Em outras palavras: todo movimento é um movimento pensado. O movimento começa porque é pensado por esta força e entra em movimento da maneira como é pensado.


O que, então, encontra-se no início de cada movimento? Um pensar que pensa tudo da maneira como é.

Diante desse pensamento muitas suposições e imaginações, até então importantes para nós, deixam de existir. Por exemplo, a pressuposição da existência de um livre arbítrio, a idéia da responsabilidade pessoal (...) ".