quinta-feira, 20 de março de 2014
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Eu sou luz.
Quando foi a última vez em que você não se violentou?

Quando foi a última vez em que você não se violentou? •♡• Todos nós, em alguns momentos, dizemos sim contrariados, dizemos não nos sentindo culpados, aceitamos uma situação por medo do que aconteceria caso não aceitássemos esta situação. MEDO. Penso que por trás de toda violência existe medo - animais atacam por medo, nós agredimos outras pessoas por medo. E nós nos agredimos por medo. O que o outro vai pensar, o que o outro vai dizer? Associamos de tal forma nosso valor próprio ao feedback das outras pessoas que não ser aprovado, valorizado ou reconhecido pelo outro tem o poder de fazer com o que NÓS sentimos por NÓS MESMOS mude diante de um aplauso, uma vaia, um queixo franzido. •♡• Nós somos luz. Estamos temporariamente neste veículo carnal porque ele é necessário para podermos ter experiências aqui, neste plano. Mas absolutamente tudo o que existe é exatamente isso: experiência. O modo como você recebe a opinião das pessoas, o modo como se sente em relação a si mesmo diante de uma crítica: são percepções. Nada disso é real, apenas a experiência é real. Não se perca nas imagens que você enxerga através de filtros que vêm criando sua realidade de modo inconsciente.
E apesar de todas as confusões que armamos no caminho, a vida continua sendo simples: tudo o que é teu e você esconde de você mesmo te persegue, enquanto tudo aquilo que você aceita e acolhe deixa, como em um passo de mágica, para de te perturbar.
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
13 Coisas que pessoas mentalmente fortes não fazem
Nota: este artigo foi traduzido a partir de um artigo publicado no site da Forbes em 18/Nov/2013. Para ler o artigo na íntegra (em inglês), clique aqui.
Pessoas de mentalidade forte possuem hábitos saudáveis. Elas lidam com suas emoções, pensamentos e comportamentos de forma a empodera-las para o sucesso na vida. Verifique essas coisas que as pessoas mentalmente fortes não fazem para que você também possa ter uma mente forte.
1) Elas não perdem tempo sentindo pena de si mesmas
Pessoas de mentalidade forte não ficam sentindo pena de suas circunstâncias ou como os outros as trataram. Ao invés disso, elas assumem a responsabilidade por seu papel na vida e compreendem que a vida nem sempre é fácil ou justa.2) Elas não deixam de lado seu poder
Elas não permitem que os outros as controlem, e elas não permitem alguém tenha poder sobre elas. Elas não dizem coisas como, “Meu chefe me faz sentir mal”, porque elas compreendem que elas estão no controle sobre suas emoções e elas possuem a escolha de como reagir.3) Elas não fogem dos desafios
Pessoas mentalmente fortes não tentam evitar o desafio. Ao invés disso, elas dão boas vindas de forma positiva às mudanças e estão sempre querendo ser flexíveis. Elas compreendem que a mudança é inevitável e acreditam em suas habilidades de adaptação.4) Elas não gastam energia com coisas que não podem controlar
Você não ouve uma pessoa mentalmente forte reclamando da mala perdida ou do trânsito. Ao invés disso, elas focam naquilo que podem controlar em suas vidas. Elas reconhecem que algumas vezes, a única coisa que podem controlar, é sua atitude.5) Elas não se preocupam em agradar todo mundo
Pessoas mentalmente fortes reconhecem que não precisam agradar todo mundo o tempo todo. Elas não têm medo de dizer não ou falar quando é necessário. Elas buscam ser gentis e justas, mas podem lidar com outras pessoas chateadas se elas as fizeram felizes.6) Elas não têm medo de assumir riscos calculados
Elas não assumem ricos bobos ou fáceis, mas não se importam de assumir riscos calculados. Pessoas mentalmente fortes investem tempo pesando os riscos e benefícios antes de tomar uma grande decisão, e elas estão completamente informadas dos problemas possíveis antes de tomarem ação.7) Elas não renegam o passado
Pessoas mentalmente fortes não gastam tempo renegando o passado e querendo que as coisas fossem diferentes. Elas reconhecem o passado e podem dizer o que elas aprenderam com ele. Entretanto, elas não revivem constantemente as experiências ruins ou fantasiam sobre os dias gloriosos. Ao invés disso, elas vivem para o presente e planejam para o futuro.8) Elas não cometem o mesmo erro várias vezes
Pessoas mentalmente fortes aceitam a responsabilidade por seu comportamento e aprendem com os erros do passado. Como resultado, elas não ficam repetindo os mesmos erros sempre. Ao invés disso, elas seguem em frente e tomam melhores decisões no futuro.9) Elas não ficam ressentidas pelo sucesso alheio
Pessoas mentalmente fortes conseguem apreciar e celebrar o sucesso na vida de outras pessoas. Elas não ficam invejosas ou se sentem trapaceadas quando outros as superam. Ao invés disso, elas reconhecem que o sucesso é conquistado através de trabalho duro, e elas estão querendo o trabalho duro para própria chance de sucesso.10) Elas não desistem depois da primeira falha
Pessoas mentalmente fortes não percebem uma falha como razão para desistir. Ao invés disso, elas usam o erro como uma oportunidade de crescer e melhorar. Elas querem continuar tentando até conseguirem fazer o certo.11) Elas não temem a solidão
Pessoas mentalmente fortes conseguem tolerar a solidão e elas não temem o silêncio. Elas não têm medo de ficarem sozinhas com seus pensamentos e elas podem usar esses momentos para serem produtivas. Elas curtem sua própria companhia e não são dependentes de outros para companhia e diversão todo o tempo, mas conseguem ser felizes sozinhas.12) Elas não acham que o mundo deve alguma coisa a elas
Particularmente na economia atual, executivos e empregados em qualquer nível estão começando a perceber que o mundo não lhes deve um salário, um pacote de benefícios e uma vida confortável, independente de sua preparação e educação. Pessoas mentalmente fortes entram no mundo preparadas para trabalhar e serem bem sucedidas por seus méritos, em cada estágio do jogo.13) Elas não esperam resultados imediatos
Seja uma rotina de treinos, um regime nutricional ou começar um novo negócio, pessoas mentalmente fortes estão comprometidas com o longo prazo. Elas sabem muito bem não esperar por resultados imediatos. Elas dedicam suas energias e tempo em doses medidas e celebram a cada meta e aumento de sucesso ao longo do caminho. Elas possuem o “poder de permanecer”. E elas compreender que mudanças genuínas levam tempo.Você tem a mente forte?
Existem elementos dessa lista que você precise mais?
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
AMOR E REJEIÇAO
Amor e Rejeição

Esta é a dor mais profunda que o ego pode sentir. Quando isto acontece e inevitavelmente um dia acontece, o sentimento de perda é brutal. O mundo se abre a nossos pés e nada mais importa ou tem valor na vida. Todas as nossas esperanças de amar e ser amado se desvanecem. Uma profunda depressão é o resultado do sentimento de perda se isso não for contido a tempo. Os olhos perdem o ...brilho e o mundo torna-se cinzento.
Esse processo pode levar anos para se desfazer e isso pode destruir totalmente a vida da pessoa. Torna-se amargo e ressentido. A um passo do desespero e de atos impensados. Quantos suicídios vêem daí?
A rejeição nos atinge desta forma porque achamos que não temos nenhum valor. Não passa pela nossa cabeça que isso não é um problema nosso; é um problema do outro. Quem está rejeitando é o outro.
Quando se tem o conhecimento e o controle da nossa própria produção de neurotransmissores e hormônios este sentimento de rejeição pode ser resolvido em questão de horas ou dias no máximo. Todo sentimento tem uma base bioquímica. É uma via de mão dupla. É possível criar e descriar. Então podemos tratar a situação de forma racional.
O que devemos fazer numa situação assim?
O senso comum nos diz para rejeitar também e talvez até odiar a outra pessoa. É um contra-ataque lógico.
Neste caso a lógica não funciona.
O que devemos fazer é continuar amando, emanando amor como sempre fizemos.
Não importa o que o outro faz devemos continuar amando sempre. E não é um amor impessoal. É com o mesmo amor que sentíamos. Na verdade não deve haver nenhuma interrupção deste sentimento. Independentemente do que o outro faça. O amor não deve cessar nunca. Desta forma a dor não se instala e continuaremos felizes.
Isto pode parecer utópico e impossível para quem lê apressadamente. Podem achar que isso não existe. Que é teoria e romantismo.
Não é.
Isso é absolutamente real e possível. Quando se atinge um nível de fusão com o Criador isso passa a ser o normal. Aliás, não poderia ser de outra forma. Quando nos tornamos amor só podemos amar. Não há como ser diferente. É uma felicidade contínua. Amamos independente das circunstâncias. Mesmo rejeitados continuamos amando o outro.
Continuaremos tratando bem, comunicando-nos, amando como sempre, embora não possamos expressar em sua totalidade o amor que sentimos. Porque esse é um problema criado pelo outro.
Esta é a única solução que existe. A única solução que funciona. A única atitude que podemos tomar para manter a nossa felicidade.
Continuar amando sem cessar, pois o amor é tudo na vida.
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Ajudar as Crianças
1. O amor que sabe
A idéia de que devem e podem assumir algo pelos pais ou ancestrais faz parte do pano de fundo que causa dificuldades aos filhos. Isso leva a problemas intermináveis para eles. E de certa forma também para os pais. Para entendermos isso é necessário que saibamos algo sobre a diferença entre as diversas consciências.
2. A boa e a má consciência
Nós sentimos a nossa consciência como boa e má consciência, como inocência e culpa. Muitos pensam que isso teria a ver com o bom e o mau. Contudo, não é assim. Isso tem a ver com o vínculo à família e com a separação dela. Cada um de nós sabe, intuitivamente, com a ajuda de sua consciência, o que deve fazer para fazer parte dela. Uma criança sabe, intuitivamente, o que deve fazer para pertencer à família. Caso se comportar de maneira correspondente ela tem uma boa consciência. Uma boa consciência significa então: eu sinto que tenho o direito de pertencer.
Sentimos a boa e a má consciência de formas diferentes em diferentes grupos. Até as sentimos de forma diferente, conforme cada pessoa. Por isso temos, por exemplo, em relação ao pai uma consciência diferente da que temos em relação à mãe e na profissão uma outra consciência diferente da que temos
3. O emaranhamento
Por isso, podemos entender que muitos filhos, os quais pensamos que estão se comportando de forma estranha ou estariam em perigo de se suicidar, ou se tornam drogaditos ou não importa o que seja, estão conectados com uma pessoa excluída. Estão emaranhados com essa pessoa. Por isso só podemos ajudá-los se eles e outras pessoas na família tiverem em seu campo de visão essa pessoa excluída, colocando-a novamente na família e no próprio coração. Depois disso, os filhos estarão liberados do emaranhamento.
4. O amor cego
Contudo, existe para essa consciência oculta ainda uma outra lei. Essa lei também traz dificuldades às crianças. Essa lei exige que aqueles que pertenceram antes à família, tenham precedência em relação àqueles que vieram mais tarde. Portanto, existe entre os membros anteriores e os posteriores uma hierarquia. Essa hierarquia precisa ser obedecida. Contudo, muitas crianças tomam a liberdade de assumir algo pelos pais para ajudá-los. Com isso transgridem a hierarquia. Então a criança diz para a mãe ou pra o pai, sob a influência dessa consciência, frases internas, tais como: ”Eu assumo isso por você.” “Eu expio por você.” “Vou adoecer em seu lugar.” “Vou morrer em seu lugar.” Tudo isso acontece por amor, mas por um amor cego. Esse amor cego leva às drogas ou ao perigo de vida e comportamentos agressivos. Entretanto, estes tipos de comportamento e esses perigos têm a ver com a tentativa de assumir algo pelos pais. Essa ordem é violada e ferida dessa forma.
5. A ordem
Quando ficamos sabendo dessa ordem, podemos restabelecê-la novamente. Isso significa, por exemplo: os pais assumem as conseqüências de seu próprio comportamento, de seu próprio emaranhamento e os carregam sozinhos. Então a criança estará livre. Ela não precisa assumir nada daquilo que é da alçada dos outros.
Contudo, a transgressão da ordem de origem é castigada duramente por essa consciência oculta. Toda criança que tenta assumir algo pelos pais ou por outros que vieram antes dela, fracassa. Nenhuma tentativa de assumir algo pelos pais tem sucesso. Está sempre fadada ao fracasso e, na verdade, para todos os envolvidos. Nós precisamos saber disso. Por isso, ajudamos as crianças a se soltarem dessa intromissão. Ao invés de olhar para as crianças, olhamos primeiro para os pais e deixamos que eles mesmos resolvam os problemas. Se os pais resolverem isso, os filhos se sentem livres. Eles ficam novamente tranqüilos e se sentem acolhidos. Portanto, estas são duas leis básicas que devemos ter no nosso campo de visão e estar em acordo interno quando se quer ajudar crianças difíceis.
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